CENÁRIO EPIDEMIOLÓGICO DOS NASCIDOS VIVOS COM ESPINHA BÍFIDA NO BRASIL ENTRE 2010 E 2023
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https://doi.org/10.17564/2316-3151.2026v9n3p33-50Publicado
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Copyright (c) 2026 Caderno de Graduação - Ciências Biológicas e da Saúde - UNIT - SERGIPE

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Resumo
A espinha bífida é uma malformação congênita decorrente do defeito de fechamento do tubo neural, que acomete tecidos sobrejacentes à medula espinhal, arco vertebral, músculos dorsais e pele. O defeito ocorre no primeiro mês de gestação e engloba uma série de malformações. Foi elaborada a pergunta norteadora: qual o cenário epidemiológico dos nascidos vivos acometidos por espinha bífida no Brasil entre 2010 e 2023? Como forma de atingir o objetivo: identificar o cenário epidemiológico dos nascidos vivos com espinha bífida no Brasil entre os anos de 2010 e 2023. Trata-se de um estudo ecológico, de séries temporais, com abordagem quantitativa. Os dados foram coletados por meio da consulta ao painel de monitoramento de malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas (D180 e Q00-Q99) e no sistema de informação sobre nascidos vivos (SINASC), classificados pelo CID-10:Q05 no recorte temporal 2010 a 2023. Entre os anos avaliados, foram registrados 8.870 casos de espinha bífida no Brasil. Foi possível observar uma variação ao longo dos anos, atingindo seu ápice em 2016. Os neonatos acometidos pela espinha bífida no Brasil nasceram de genitoras com faixa etária entre 20 e 34 anos, pardas e com ensino médio completo, que iniciaram pré-natal no primeiro trimestre, realizaram 7 ou mais consultas e considerado mais que adequado o pré-natal. Nasceram através de parto cesáreo de gestação única, a termos, com peso considerado ideal, em sua maioria apresentando índice Apgar no 1º e no 5º minuto sem asfixia, sem predominância de sexo.








