ANÁLISE DAS PRÁTICAS CORPORAIS E ATIVIDADES FÍSICAS NOS INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO EM SAÚDE NO ESTADO DO PIAUÍ

DOI:

https://doi.org/10.17564/2316-3798.2025v10n1p673-688

Autores

Publicado

2026-01-08

Downloads

Downloads

Não há dados estatísticos.

Edição

Seção

Artigos

Resumo

As práticas corporais e atividades físicas são reconhecidas como ações efetivas para a promoção da saúde no ambiente escolar. No Brasil, o Programa Saúde na Escola tem sido uma das principais políticas públicas responsáveis pela articulação entre saúde e educação. Esta pesquisa analisou as práticas corporais e atividades físicas nos instrumentos de planejamento em saúde do Piauí. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, do tipo documental, com delineamento descritivo-analítico, que teve como fontes o Plano Estadual de Saúde (2023-2024), a Programação Anual de Saúde (2023-2024), o Relatório Anual de Gestão (2023-2024), os relatórios de saúde referentes ao ciclo 2022-2024, do Programa Saúde na Escola, disponíveis no Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica, e os Planos Municipais de Saúde de quatro macrorregiões. Os municípios foram selecionados por conveniência.  A análise seguiu um plano estruturado em três etapas: descrição, explicação e interpretação, articulado à técnica de análise temática. Os resultados indicaram fragilidades na formulação e monitoramento das ações de práticas corporais e atividades físicas, baixa definição de metas e indicadores, e forte presença de uma lógica biomédica e assistencialista. Recomendam-se o fortalecimento do planejamento colaborativo e a ampliação das práticas corporais e atividades físicas com base nas necessidades em promoção da saúde nos territórios escolares.

Palavras-chave: Planejamento em saúde; Práticas corporais; Atividade física; Promoção da saúde; Programa Saúde na Escola.

Como Citar

Silva Rocha, S. R., & Martins Bandeira, H. M. (2026). ANÁLISE DAS PRÁTICAS CORPORAIS E ATIVIDADES FÍSICAS NOS INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO EM SAÚDE NO ESTADO DO PIAUÍ. Interfaces Científicas - Saúde E Ambiente, 10(1), 673–688. https://doi.org/10.17564/2316-3798.2025v10n1p673-688