AVALIAÇÃO PERIODONTAL E AUTO-PERCEPÇÃO DE PACIENTES TRATADOS EM UMA UNIVERSIDADE EM SERGIPE/BRASIL.

DOI:

https://doi.org/10.17564/2316-3798.2026v10n2p174-192

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2026-04-25

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Artigos

Resumo

Estudos epidemiológicos descritivos e transversais sobre a prevalência de condições de saúde bucal na população adulta são de grande relevância na contemporaneidade, visto que tais dados são essenciais para orientar e aprimorar o cuidado e o planejamento terapêutico dos pacientes. Nesse contexto, o objetivo deste estudo epidemiológico transversal foi analisar a prevalência de doenças periodontais e a autopercepção de saúde bucal em pacientes adultos atendidos na Clínica Odontológica Universitária Tiradentes, no período de agosto de 2018 ao segundo semestre de 2019. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob o número CAAE 96052918.4.0000.5371. A condição periodontal foi avaliada de acordo com as diretrizes da OMS, utilizando o Índice Periodontal Comunitário (IPC) e o Índice de Perda de Inserção Periodontal (IPP). Para avaliar a autopercepção e seu impacto na qualidade de vida, foi aplicado o questionário OHIP-14 (Oral Health Impact Profile). Os achados revelaram que as condições periodontais mais prevalentes foram a presença de cálculo dentário e bolsas periodontais rasas, com perda de inserção menor que 3 mm. Em relação à autopercepção da saúde bucal, o teste OHIP-14 não indicou impacto significativo dessas condições na qualidade de vida dos participantes, com pontuação média de 1,2. Concluiu-se que os pacientes apresentaram condições periodontais precárias, com cálculo dentário observado em 39,83% dos casos. No entanto, eles tenderam a avaliar sua própria saúde bucal positivamente, o que não reflete seu real estado periodontal.

Como Citar

de Oliveira Bandolin Martins, E., Barbosa Cardoso, A. L., Martins, F., de Avelar Brandão Macedo, I., Vilela Moura, N. M., & dos Santos Barbosa, K. V. (2026). AVALIAÇÃO PERIODONTAL E AUTO-PERCEPÇÃO DE PACIENTES TRATADOS EM UMA UNIVERSIDADE EM SERGIPE/BRASIL. Interfaces Científicas - Saúde E Ambiente, 10(2), 174–192. https://doi.org/10.17564/2316-3798.2026v10n2p174-192